Há cerca de 2.500 anos, Siddhartha Gautama, um príncipe indiano, do reino de Kosala, hoje no Nepal, deixou o palácio em que vivia para buscar o significado da existência e do sofrimento humano. Segundo a tradição budista, Siddharha tornou-se iluminado após alguns anos jejuando e meditando. Nos anos seguintes, ele percorreu o norte da Índia pregando seus ensinamentos.

A profundidade de sua doutrina tornou-o conhecido como o Buda, termo em sânscrito que pode ser traduzido como “o iluminado” ou “despertado”. O termo buda, entretanto, era usado por vários grupos religiosos da Índia antiga, referindo-se também a outros mestres considerados iluminados. Alguns ramos budistas ainda pregam que existiram outros budas no passado e existirão outros no futuro.

Entrada e o guardião do templo do Buda de Esmeralda, Wat Phra Kaew, em Bangkok. Um dos mais bem guardados tesouros da Tailândia.

O Daibutsu, o Grande Buda, em Kamakura, Japão. Uma estátua gigante de bronze com 13,3 metros de altura no templo de Kotokuin, instalada em 1252. Originalmente era coberta por uma camada de ouro e ficava no interior de um grande templo budista, destruído por um tsunami em 1498. Atualmente um grande tesouro nacional do Japão.

O Templo de Potala e bandeiras de oração em Lhasa, Tibet. Budistas tibetanos têm colocado essas bandeiras do lado de fora de suas casas e templos, por séculos, para que o vento carregue suas vibrações benéficas para os campos. São também um símbolo de paz e bem-estar.