Vênus de Milo no Museu do Louvre, em Paris. Esta escultura grega do século 2 aC, de autor desconhecido, é, ainda hoje, uma referência de beleza e estética. Venus (Afrodite) é a deusa grega da beleza e do amor.
O escocês Sean Connery como James Bond, durante as filmagens de Goldfinger, em 1964. O mais lembrado intérprete do agente britânico é, para muitos, o único e eterno 007. O mais interessante é que o escritor Ian Fleming, autor do personagem, não gostou da sua escolha, pois Connery não possuía o perfeito sotaque inglês. Sir Sean Connery defendeu ativamente a criação do Parlamento Escocês, finalmente instalado em 1999.
Christian Dior (1905-1957) ajusta um de seus modelos da coleção new look, de 1947. Um dos mais influentes estilistas franceses, Dior buscava realçar a feminilidade e a elegância das mulheres do período pós guerra. Um clássico da moda.
Coco Chanel (1883-1971). A moda da lendária estilista francesa Gabrielle Chanel estava sempre à frente de seu tempo. No período entre as duas Grandes Guerras desafiava convenções com saias mais curtas e roupas inspiradas no figurino masculino. Seu perfume Chanel n° 5, criado em 1922, tornou-se um símbolo do bom gosto.
Peças da grife baiana Vivire, vestidas por Gabriella Rocha (revista Yacht, foto Guto Esteves).
Grace Kelly com seu vestido da estilista Edith Head, feito para a festa do Oscar de 1955, quando ganhou o prêmio de melhor atriz pelo filme The Country Girl (Amar é Sofrer).

Grace Kelly nasceu na Filadélfia, em 12 de novembro de 1929. Foi modelo e despontou na Broadway em 1949. A partir de 1951 participou de vários filmes de sucesso em Hollywood. Casou-se com o príncipe Rainier III de Mônaco, em 1956. Faleceu em um acidente de automóvel em 1982.